(Bukowski? rs rs… Esse poema é a imagem perfeita dos finais de noite que tinha lá pelo final dos 15 anos de idade. Foi escrito já há uns 2 anos*, quando andava revisitando alguns escritos dessa época e lendo muito do “velho safado” e teorizando sobre o “Eterno retorno” de Nietzsche — vale um bom acerto de contas, sem muito romantismo, reafirmando o que ficou…) … Continuar lendo

Indiferença

Um dia ela chegará, sonorizando um riso barato, embriagada da alegria fácil, a interrogar-te se não és tu a indiferença mesma, quando o que valorizas mais do que tudo, não chega sequer a ser ensaiado no mundo. E percebendo tua resistência, descerá sobre ti em torrentes de possibilidades envenenadas a despeito do que até então chamavas de orgulho. Chamfort, em seu leito de morte, desabafou sobre um mundo em … Continuar lendo Indiferença