Mais uma vez, seguir adiante!

Mais uma vez seguir adiante, e que sei se vou ter aquele meigo e corajoso sorrir de antigamente. Tão raro, mas também tão verdadeiro, com a janela dos olhos sempre abertas como que dizendo ao Sol lá fora, que aqui dentro outro sol dourado brilha oferecendo sempre a cumplicidade como dádiva a dois irmãos que, ainda que tão separados de distancia e tempo, comungam de … Continuar lendo Mais uma vez, seguir adiante!

Tu, que hoje com os olhos me veste de um brilho cadente, Confundiu-me ao pássaro acinzentado que no auge da ponta, desfalece, Crivando-me a opacidade do temor, que queima em febre o fio da alma, Más lá, ao contrário, há o fulgor em revoada das asas em chamas, Ondulante no horizonte, em dança baixa pelas relvas silvestres, Se pairavam depressa eram dantes refugos de fumaça, … Continuar lendo

Tranquilidade de enredo

A poesia pousa em minha intranquilidade, E me agrada deveras seu canto, Mas desconfio uma inquietude, Sei que permaneço, rondo aqui por perto, Saberei outra vez, dia qualquer, Descer mais fundo: Onde nada é, nada basta? Ouço da poesia esse canto que me alegra, E tenho uma tranquilidade de enredo:   Asas abertas, Esta flor azulada, Floresce a meiga, Na silhueta sombria, Da ânsia que … Continuar lendo Tranquilidade de enredo