Azulejo

Suave a pele no azulejo branco
Movendo-se no escuro,
Da noite de seus cabelos e olhos,
Ao encanto opaco do frio que oferece aos fios
O pequeno enredo de um arrepio,
A mancha dos raios de sol transcende a carne
Ao espírito latente de seus nervos e dobras,
Dilatados, com que queimadura no canto íngreme de seu riso,
Uma boca delineada pelo mistério turvo,
Agora, se esvai na fumaça dos medos,
Inda aberto do portal pulsante
Daquele coração aceso.
 
 

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