Tranquilidade de enredo

A poesia pousa em minha intranquilidade,
E me agrada deveras seu canto,
Mas desconfio uma inquietude,
Sei que permaneço, rondo aqui por perto,
Saberei outra vez, dia qualquer,
Descer mais fundo:
Onde nada é, nada basta?
Ouço da poesia esse canto que me alegra,
E tenho uma tranquilidade de enredo:
 
Asas abertas,
Esta flor azulada,
Floresce a meiga,
Na silhueta sombria,
Da ânsia que passa.
 

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